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17/09/2015
ACAD está entre as 12 entidades contra a CPMF
O Sindicato do Comércio Varejista de Fortaleza (Sindilojas) divulgou ontem uma carta aberta manifestando “completa indignação e repúdio a nova tentativa do Governo Federal de retomar a cobrança da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira”. Tendo como destinatário a presidente Dilma Rousseff, a carta defende que o imposto aumenta a carga tributária incidente sobre os brasileiros e diminui o poder de compra dos consumidores, o que prejudicaria significativamente os setores econômicos do País.
“Contrário a qualquer atitude de crescimento econômico, a cobrança de mais um tributo somente afasta investidores, retrai o consumo e acelera os efeitos da crise, à medida que o mercado para, o desemprego aumenta e a própria arrecadação dos demais tributos reduz”, diz o documento divulgado ontem.
Despesas elevadas
A carta ressalta que o novo imposto representa uma tentativa da administração federal de cobrir “estratosféricas e desnecessárias despesas”, repassando o ônus dos gastos para a população. O documemtno também aponta que o novo imposto tornará mais grave a queda recente nas vendas do comércio.
“Diante desta inaceitável atitude, exigimos, em caráter de urgência, que não seja retomada a cobrança da CPMF ou outro tributo qualquer, evitando-se assim o agravamento ainda pior da atual crise econômica que vem devastando os empresários do Brasil”, finaliza a carta aberta.
O documento foi assinado pelos presidentes dos sindicatos do Comércio Varejista de Maquinismos, Ferragens e Tintas (Sinditintas), do Comércio Varejista de Carnes Frescas de Fortaleza (Sindicarnes), do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Ceará (Sindipostos). Também assinaram associações dos Empresários do Centro de Fortaleza (Ascefort), Associação dos Lojistas da Avenida Monsenhor Tabosa (Almont), dos Empresários da Avenida Bezerra de Menezes (Assembem), dos Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados (ACAD), dos Jovens Empresários de Fortaleza (AJE), de Supermercados do Ceará (Acesu) e a Associação Comercial do Ceará (ACC), além da Federação das Associações do Comércio, Indústria, Serviços e Agropecuária do Ceará (Facic) e dos Sindilojas.
Fonte: Diário do Nordeste | Negócios


